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Pesquisa

Critérios de cálculo das tubagens de alimentação

Número de torneiras temporizadas : (X) por ramal de instalação

Débito de base (Q min. l/seg.) : débito mínimo por equipamento, usado como base de cálculo.
Os débitos de base das torneiras temporizadas são mencionados no catálogo Torneiras para Edifícios Públicos e nos quadros 1 e 2 da rubrica Recomendações do diâmetro das rampas finais horizontais.
Os débitos de base entendem-se sempre por pressão dinâmica.

Débito bruto

Soma dos débitos de base das diferentes torneiras temporizadas no mesmo ramal.

Débito provável

(Q) débito bruto x coeficiente de simultaneidade (Y). Em princípio, os débitos prováveis não se acumulam entre eles, salvo os das torneiras de sanita.

Coeficiente de simultaneidade

(Y) coeficiente a aplicar ao débito bruto, em função do número de torneiras instaladas (X) para simular o número de torneiras a funcionar em simultâneo.
Este coeficiente varia em função da frequência dos sanitários coletivos.

Frequência normal ou baixa
Aplica-se a fórmula (DTU 60-11)

tuyaux_formule_1

Frequência simultânea elevada (coletividades)
Escolas, piscinas, parques de campismo, etc : aplica-se a fórmula

tuyaux_formule_2

Frequência muito elevada pontual
Balneários, estádios, internatos, piscinas, parques de campismo, etc. : aplicar o coeficiente Y = 0,6 ou 0,7.

Torneiras de descarga temporizadas

Seguir as recomendações do quadro 1 da rubrica Recomendações do diâmetro das rampas finais horizontais.

Pressão total

Pressão estática no contador.

Pressão estática

Pressão sem abertura, num ponto da instalação.

Pressão dinâmica

Pressão com abertura num ponto da instalação.
Para cada torneira temporizada (ver quadro 1 da rubrica Recomendações do diâmetro das rampas finais horizontais).
Pressões máximas de funcionamento das torneiras temporizadas : 10 bar.
Pressões limite recomendadas : 1 a 5 bar.
Pressão recomendada para cada piso : 3 bar.
Pressão dinâmica residual : pressão disponível à entrada das torneiras = pressão total - perdas de carga.